متجر المواد الغدائية – Ultramarinos – Mercearia

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ليل بئر الشفا – De noche en Bir Chifae – De noite no Bir Chifae

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الثريا – La Lámpara – O candeeiro

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المتـــــاهة

كانت زوجته الثـــالثة في غاية الكراهية، حيث كانت تكن للأخرى كل الحقد و الحسد، لدرجة سمحت لها في يوم من الأيــــام قررت الرحيــــل لكن بهدف الانتقـــام، فأدرمت النيران في المنزل و أخذت أغراضهــا و لذت بالفرار

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حب بين أمل و ألم

… جاءتني فتـــاة تحمل ورقة تتضمن لرسالة لي من مجهول، وبينمـــا أنـــا منشغلة بأمرهـــا رحلف الفتاة دون أن تثير انتباهي ولا أن تخبرني بمرسل هذه الرسالة، كلمات كتبت لي لا زلت أحفظهـــا في مخيلتي الصغيرة حيث لا تفارق ذهن جملة خطهــا لي المرسل قـــائلاً : شعرك كالغجري في البحـــار،… لعله كتبهـــا لأنني كنت أفرذ شعري أنذاك، بدأت في البحث عن هذا المجهول لكن دون جدوى، بدوت و كأنني أبحث عن حبة رمل تـــائهة في الصحراء …

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شظرات من الطفولة

عندمــــا ذهبت إلى المدرسة الجديدة، كي أكمل دراستي …. واجهتني عدة صعوبات، لأنني كنت بدينـــا جداً، و كان شكلي موحشـــاً للغـــاية، كان الجميع يتهرب مني، و بقيت في عزلة عن الجميع، حاولت إقامة علاقـــات صداقة مع زملائي في الدراسة، لكن دائمـــاً كان يقف جدي عـــائقـــاً أمـامي، فاضطررت لبذل مجهود جبار، حتى أغير من شكلي الموحش بممارسة الريـــاضة، فأفقد وزني الزائد بافراط

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أريد أن أطير

عندمــــا كنت طفلة، كــــان حلمـــي أن أطير في الهواء، و لمــــا كنت أرى طائراً أو فراشة أتمنـــى أن أكون في مكـــانهمـــا ، فأتأمل طيرانهمـــا و هما يحلقـــان بعيدًاً في الهواء، ومع تقدم سنـــي ازددت تشبتــــاً بحلمي، فقررت الاجتهـــاد لأحقق هذا الحلم.

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مدرسة المشـــاغبين

في أول حصة رسميـــة لنــــا في القسم، جلسنــــا مع بعضنــــا البعض، و عندمــــا التف الأستـــــــاذ ليكتب في السبـــورة هربنــــا من القسم، نحو الســــاحة فالتقينـــا بالمدير، طلب منـــا أن نســــاعده في حمل بعض الملفـــــات، فدخلنـــا معه إلى الإدارة، و في غفلة منه قمنـــا بإغلاق الباب عليه ليظل سجينا في غرفته، و لذذنــــا بالفرار إلــــى منــــازلنـــا، و في المســـاء، التقينـــا من جديد، و ضحكنـــا على مـــا فعلنـــاه

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Excertos dos textos realizados em Abrantes

Eis alguns excertos dos textos escritos em Abrantes (Portugal). Esta foi uma das partes do projecto que mais nos agradou e espero que desfrutem deles tanto quanto nós!

“Pelo caminho caímos duas vezes devido a irmos os 2 na mesma bicicleta e ser complicado manter o equilíbrio. […] O que aconteceu foi que numa das quedas o disco que vinha na mochila partiu-se”.

“A minha mãe levou-me até à sala, pois sempre fui muito tímido mas ao fim de pouco tempo já estava a falar com todos. Só havia um problema. A professora era das que mais ralhava, não dando liberdade a nós, miudinhos do 1ºano, que apenas necessitavamos de nos expressar e apenas queríamos brincar. No entanto passou rápido e até foi bastante fácil tendo em conta tudo o que aprendi nesse primeiro ano.”

“… o namorado da minha irmã quis oferecer um cão â minha irmã. Quando chegou a casa com o cão embrulhado na camisola a minha mãe não foi capaz de dizer que não. Demos-lhe um nome (Lucky) e tratamos dele o melhor que podemos. Foi desde então que me apaixonei loucamente por animais.”

“Quando tinha por volta dos doze anos o meu avô adquiriu um cão novo. Era da raça rafeiro alentejano e um cão robusto e já adulto. Eu ainda não o conhecia muito bem. […] Ao inicio parecia-me que o cão não era muito simpático. As férias iam óptimas, até que um dia, enquanto eu estava a brincar com o Guitarrista, o outro cão, que estava atrás de mim, vem a correr e derruba-me. Eu sem perceber muito bem o que estava a acontecer, senti os dentes do cão a perfurarem-me a pele…”

“Quando tinha 10 anos a minha médica disse-me que teria de usar um aparelho da coluna, porque se não o pusesse tinha de ser operada mais tarde. Até começar a usar o aparelho demorou algum tempo, pois tive de tirar algumas medidas e fazer várias provas até o aparelho estar apto para o usar. O meu aparelho é de plástico, dura desde as minhas ancas até à minha barriga e depois tinha um ferro que ia desde a minha barriga até ao queixo, e na parte detrás do aparelho havia 2 ferros que iam do final da coluna até ao pescoço e à volta do meu pescoço tinha dois ferros onde os outros se uniam. […] A parte pior de ter usado o aparelho foi porque fui gozada na escola, inclusive, tinha pessoas que me chamavam deficiente, mesmo assim nunca liguei, pois sabia que eu estava a usar aquilo para a minha saúde.”

“Todos pensavam que eu estava feliz, mas não era isso que acontecia, pelo menos quando entrei para uma escola nova. Foi aí que me comecei a sentir mais em baixo, com vergonha de toda a gente. Parecia sempre que todos apontavam o dedo à menina feia dos óculos, essa era eu. […] Os anos foram passando e eu sentia-me sempre assim, sem nunca dizer a ninguém até agora neste texto em que estou a revelar o que realmente senti durante anos. Este conflito com o meu aspecto físico só terminou no inicio do meu 11º ano de escola, já eu tinha 17 anos de idade. Tirei os óculos e comecei a usar lentes de contacto.”

“O voluntariado consiste em ajudar o outro, não obtendo nenhuma recompensa. Iniciei-me neste meio há cerca de três anos e desde aí o voluntariado faz parte do meu dia-a-dia. Comecei por participar numa associação cujo objectivo era angariar alimentos através de feiras, para famílias necessitadas. O nosso trabalho era visitar essas famílias  falar com elas e entregar-lhes os alimentos. [..] …o voluntariado tornou-se parte do meu dia-a-dia, visto que ainda hoje continuo a visitar todas as semanas a Dona Felismina. […] Uma vez, quando a fui visitar, ela estava sentada no sofá em frente de mim e começamos a falar sobre como alguns professores eram rijos no tempo dela. Um dia, ela estava na escola, normalmente como tantos outros dias, só que, depois de lhe ter pedido para fazer uma composição, deu alguns erros ortográficos. A professora bateu-lhe com uma régua com tanta força, até lhe fazer sangue. ”

“Quando nasci a 8 de Maio de 1995, não me lembro de nada porque era muito pequeno. Fui crescendo rodeado pela natureza e sempre desde pequeno gostei muito de animais, gostava de brincar com eles, de lhes fazer festas e de observa-los. À medida que cresci, as minhas aventuras foram ficando com mais adrenalina, começava a ir para o mato de bicicleta, observava a natureza e os animais, montava armadilhas para ver se apanhava algum, e uma vez roubei um coelho de uma capoeira e chamei-lhe demolidor, mas fui apanhado. […]  Fui continuando a crescer, e queria ter mais animais de estimação, mas para mim um gato ou um cão já não me satisfaziam. […] Comecei a procurar nas lojas de animais e nos criadores de animais exóticos, e fui encontrando, e desde aí já tive várias espécies, desde restauros do açúcar, que é uma espécie de esquilo voador mas é um marsupial, um guaxinim, que foi o animal mais exótico que já tive até agora, e um casal de cães da pradaria, entre outras espécies.”

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Histórias dos objetos de Abrantes

Olá! Sou uma das raparigas que faz parte deste projeto em Abrantes, e, como tal, vou dar vos a conhecer o trabalho que o nosso grupo tem desenvolvido até agora, bem como a minha opinião e a emoção com que estou a acompanhar todo o projeto.

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No primeiro dia de trabalho, conhecemos todas as pessoas que iam fazer parte deste projeto inicial, bem como o projeto em si. Confesso que adorei a ideia do projeto pois, iriamos aprender como se faz um filme desde a criação do argumento até a sua realização. Sou uma apaixonada por este mundo que nos é tanta vez oculto, só conhecemos o produto final, mas não fazemos a mínima ideia do trabalho todo por detrás das câmaras, dos cenários, os guarda roupas, por ai a diante. Com este projeto temos essa oportunidade. Também confesso que fiquei meio assustada, quando a Marta nos disse que nós é que íamos fazer o argumento, nós é que íamos criar a história e eu pensei: “ Meu Deus, como é que nós vamos criar uma história?”, “Eu nunca criei nada deste género, muito menos para depois fazermos um filme!” mas bem, acabei por me acalmar e pensar que ao longo do tempo ia perceber como é que íamos resolver este assunto.

Também neste nosso primeiro dia de trabalho fizemos o campo semântico de palavras que partiram da nossa apresentação inicial, foi giro pensar em grupo em tantas palavras e depois monta-las no final no grande pedaço de papel de cenário que estava colado numa das paredes da nossa sala. Assim terminou este dia. Já no segundo dia, a história e o plano de trabalho foi bem diferente, cada um dos envolvidos no projeto trouxeram objetos. Cada objeto tinha uma história e como tal com tantas histórias que ouvimos de certeza que alguma delas irá dar e desenvolver se para o nosso projeto começar a ganhar forma e pernas para andar… Vou falar vos de algumas das histórias que foram contadas e que eu me lembro por algum motivo. Uma delas foi o facto de descobrir que um dos meus colegas tinha como animal de estimação um Guaxinim, que é um animal exótico e que quase ninguém tem em casa como animal de estimação, confesso que gostava de ter uma Chinchila, pois adoro todos os animais que tenham muito pelo.

Outra história, foi a de uma foto com o pai de outro colega meu ter tido uma macaca quanto teve em Angola, isto para mim já não é chocante porque na minha terra, Ortiga, no tempo da guerra de Angola também houve pessoas que trouxeram animais de lá(Angola) para cá(Portugal), um desses animais também foi um macaco. Este meu colega contou que a macaca que o pai dele tinha não gosta das mulheres, e como tal, atirava se a elas para as magoarem. Outra história que me tocou foi a de um colega meu saber tocar harmónica, e ele disse que o que o inspirou foi um vídeo que viu no youtube, que lhe passou a ideia de que tocar aquele instrumento era super fácil, mas quando tentou tocar viu que aquilo não era bem assim. Houve tantos objetos que não posso falar da história de eles todos, mas vou fazer uma lista de alguns deles:

Apanha sonhos, pisa papeis, desenhos como o do PicaChu, desenhos feitos em origami, dinossauros de brincar, báton, fotografias, uma tela pintada a óleo, um lenço que faz parte de um traje de folclore (danças tradicionais portuguesas), uma pesa de computador, bilhetes de concertos e festivais, uns óculos, e tantas coisas mais….

De seguida visionamos um filme que eu já não tive a oportunidade de ver mas que vou ver mais tarde pois tive que sair mais cedo por causa do transporte.

Hoje vamos continuar o trabalho metendo as mãos na massa…

A conclusão que posso tirar neste momento, é que estou a adorar as técnicas que as nossas professoras da oficina estão a utilizar para fazermos este trabalho e que estou a amar todo o  processo utilizado. Estou muito curiosa para conhecer todos os meus colegas deste projeto, quer espanhóis, quer os marroquinos, e para conhecer as histórias que ambas as partes estão e vão fazer… Tenho muita pena de não conseguir estar sempre até ao final das horas da oficina, mas não tenho transporte mais tarde, mesmo assim quero ajudar em tudo o que for necessário fazer…

Amo o projeto, amo os profissionais que nos estão a acompanhar e espero que no final saia alguma coisa muito gira e interessante tanto para nós que o fizemos como para o público que vai assistir a esta história já terminada.

Espero que tenham gostado…Beijos…y… !Hasta la vista, nosotros hermanos!

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